22 de janeiro de 2012

it's kind of the same thing..

No ventre de uma mulher grávida, dois bebés falavam: - Acreditas na vida pós-parto? - Claro. Tem que haver alguma coisa. Se calhar estamos aqui a preparar-nos para o que vamos ser. - Disparate! Não há vida depois do parto. Como é que seria verdadeiramente essa vida? - Não sei, mas com certeza deve haver mais luz que aqui. Talvez até consigas andar com os próprios pés e comer com a própria boca. - Isso é absurdo! Andar é impossível! E comer com a boca!? Completamente ridículo! O cordão umbilical é que nos alimenta. Só te digo isto: A vida após o parto não é possível. O cordão umbilical é muito curto! - Eu cá tenho a certeza que há alguma coisa. Com certeza apenas diferente daquilo a que estamos habituados aqui. - Mas nunca ninguém voltou de lá para contar... o parto é o final e mais nada! Angústia prolongada na escuridão. - Bom, não sei como é que vai ser depois do parto, mas tenho a certeza que a Mãe vai tratar de nós. - Mãe? Você acredita nisso!? E onde é que ela supostamente está?! - Onde? Em tudo à nossa volta! Vivemos nela e através dela. Sem ela nada existiria. - Eu não acredito nisso! Nunca vi Mãe nenhuma porque simplesmente não existe. - Então, mas quando estamos em silêncio não a consegues ouvir cantar e falar? E não a sentes a afagar o nosso mundo? Sabes, eu acho mesmo que nos espera a vida real e que esta é só uma preparação para ela... - Esquece! Isso são aquelas tretas da fé... " by: Pagina Educadores de Infância

11 de janeiro de 2012

Joséphine Nsimba Mpongo, 37, practices the cello in the Kimbanguiste neighborhood of Kinshasa, Democratic Republic of Congo. She is a member of the Orchestre Symphonique Kimbanguiste (OSK), Central Africa’s only symphony orchestra. During the day, Joséphine sells eggs in Kinshasa’s main market, and rehearses with the orchestra most evenings during the week. The OSK was founded by its current conductor Armand Diangienda in 1994. Initially, just a few dozen musicians shared the small number of instruments they had at their disposal. Today, the OSK can muster 200 players for a concert. Most are self-taught amateurs who hold down day jobs all over the city.